sexta-feira, 20 de abril de 2012

Histórias de sucesso profissional




O talento não pode mais ser confundido com genialidade ou com aptidões e dons inatos. Hoje os especialistas admitem que os talentos são de vários tipos e, melhor, os mais valorizados deles podem ser identificados e desenvolvidos pelas pessoas. Talento é quase um mantra no mundo das empresas. Criou-se uma especialidade chamada "gestão de talentos". As companhias se preocupam em reter seus talentos, pois eles são considerados o principal capital na "era do conhecimento" – que, aliás, também é definida como "era do talento". Dez entre dez gurus na área de recursos humanos dizem que o que determina as promoções, dentro das empresas, não é mais o currículo, mas o talento de um profissional. Ou seja, reciclar-se é importante, ter experiência idem, mas não é isso que desempata na hora em que surge uma oportunidade. "Algum talento todo mundo tem. O principal é descobrir qual é o seu e saber usá-lo", diz o consultor Luiz Wever, um dos diretores da empresa Ray & Berndtson no Brasil, especializada em gestão de talentos. O mundo real mostra que ele tem razão. As histórias de sucesso profissional em geral apresentam um enredo parecido. São sagas de alguém que identificou algo que sabe fazer bem, conseguiu canalizar esse dom para a carreira e, principalmente, descobriu que essa sua qualidade estava sendo muito valorizada no mercado de trabalho.

Veja a matéria completa em: http://veja.abril.com.br/300604/p_090.html

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Pensamento: dinheiro


"Os homens são amiúde repreendidos porque os seus desejos são direccionados sobretudo para o dinheiro e eles amam-no acima de tudo. Todavia, é natural, e até mesmo inevitável, amar aquilo que, como um Proteu infatigável, está pronto em qualquer instante para se converter no objecto momentâneo dos nossos desejos e das nossas necessidades múltiplas. De facto, qualquer outro bem só pode satisfazer a um desejo, a uma necessidade: os alimentos são bons apenas para os famintos; o vinho, para os de boa saúde; os medicamentos, para os doentes; uma peliça, para o inverno; as mulheres, para os jovens, etc. Todos eles, por conseguinte, são meramente bons para algo, ou seja, apenas relativamente bons. Só o dinheiro é o bem absoluto, porque ele combate não apenas uma necessidade in concreto, mas a necessidade em geral, in abstracto."
(Shopenhauer)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Oportunidades de emprego na terceira idade




Carlos Rosa

            O mercado de trabalho é muito volátil, como a bolsa de valores. A cada momento uma nova moda, um novo paradigma quebrado, uma nova tecnologia para criar e exterminar profissões ou novidades em servir e de relacionamento com clientes. Tivemos, em poucas décadas, inúmeras transformações e continuam existindo, como a abertura para os jovens da terceira idade que não querem se aposentar.
         Esta onda é muito similar à entrada da mulher em massas em todas as profissões do mercado de trabalho. Não se encontra mais atividades que não tenham o encantamento feminino no ambiente. Agora, além de atingir o topo dos cargos nas empresas, lidera também o Brasil e outras potências mundiais. A mulher anseia vencer um novo desafio: a equiparação salarial com os homens.
            A Geração Y também quebrou o paradigma de fidelidade à empresa e passou a priorizar a carreira. Em seis meses, esta geração já está pensando em outras oportunidades, dando muitas dores de cabeças aos gestores de RH, que precisam elaborar planos de retenção destes jovens. Desta geração, muitas alternativas também foram incorporadas no mercado, incluindo as redes sociais e novas formas de rápida atualização. A notícia não precisa chegar ao jornal do dia seguinte, pois já está disponível no próximo minuto.
          Outra oportunidade começa a se desenvolver no mercado com possibilidade de incorporação em nosso cotidiano como o ocorrido nos exemplos acima. É a inserção do idoso no mercado de trabalho. É a possibilidade de contratar pessoas comprometidas, estáveis e experientes, cuja motivação é se ocupar e não em querer ser o gestor da empresa. Apesar da discriminação atual, a tendência é que cada vez mais o mercado aceitará este profissional. Acontecerá como em todas as fases de mudança – certa rejeição no início e, depois, a acomodação. Já se têm exemplos de contratantes que preferem dar oportunidade na empresa para a experiência, por trazer mais benefícios do que a velocidade do jovem.
          A pessoa com mais idade e que quer trabalhar está no seu melhor momento. Quantos jogadores experientes ajudam uma equipe jovem por meio da sua orientação, dicas, correndo nos atalhos do campo e dando o equilíbrio natural da vida. Portanto se você está em fase de pendurar as chuteiras, prepare-se para novos desafios, pois o mercado irá te receber de braços abertos, tanto seus novos companheiros, como a empresa que poderá desfrutar de seus ensinamentos. Em poucos anos esta nova boa moda estará incorporado ao fascinante mundo empresarial.

Guia de profissões UNESP 2012/13

Para quem ainda está em dúvida sobre qual carreira deseja seguir, nossa dica é o guia de profissões da UNESP 2012/13. São 63 carreiras nas diversas áreas do connhecimento. Fique ligado!

 

domingo, 15 de abril de 2012

Humor

Cuidado com o cheque especial!!!


Os dez erros fatais numa entrevista de emprego




Chegar atrasado
"Chegar atrasado numa entrevista, além de desorganização, demonstra que o candidato não está dando o devido valor à entrevista. A displicência com o horário mostra que você não priorizou tal compromisso em sua agenda. Além disso, fazer uma pessoa esperar é falta de respeito. Tempo é um recurso escasso, logo, deve ser bem aproveitado. Caso você, por algum motivo, atrase na entrevista, informe imediatamente o entrevistador. Verifique se é possível passar um candidato na sua frente, ou, se necessário, remarque a entrevista. Se você chegou no horário, mas tem compromisso para mais tarde o ideal é avisar o entrevistador de antemão. Não faça a entrevista na correria para não se sentir pressionado. Isso pode prejudicar seu desempenho."

Wander Mendes, professor e consultor na área de Gestão de Pessoas e Planejamento Estratégico da FGV-PR (Fundação Getúlio Vargas do Paraná).

Usar roupas informais demais
"Hoje em dia, os jovens são muito despojados. Na faculdade, não há nada de mal nisso. Agora, para a entrevista de emprego, não custa melhorar um pouco o visual. Isso não quer dizer que todo candidato a estágio ou jovem recém-formado deva vestir terno e gravata ou, no caso das meninas, tailer e scarpin. ? preciso saber escolher a roupa e adequar o vestuário a cada tipo de empresa. Uma agência de publicidade, por exemplo, permite um visual mais informal. Agora, se a entrevista é para uma instituição financeira, é óbvio que o candidato terá de seguir a regra básica: esporte fino. Lembre-se: o que deve prender a atenção do entrevistador é o seu conteúdo e não a 'embalagem', portanto, jamais vá para a entrevista de chinelo, regata, roupa decotada, barriga aparecendo, saia curta ou short."

Marisa Silva, consultora de Recursos Humanos da Career Center

Não saber nada sobre a empresa ou o setor
"? muito comum que os candidatos partam para a entrevista de emprego sem saber sobre a empresa em questão ou sobre o setor em que ela está inserida, quando na verdade, ele deveria estar munido do maior número de informações possível. Se a empresa de recrutamento não divulgar qual é a companhia que está em busca de candidatos, ela deverá, ao menos, informar sobre o setor. Tem mais chance de sucesso o candidato que sabe se posicionar na entrevista porque domina o assunto trabalho, em detrimento daquele que não se deu ao trabalho de pesquisar mais sobre a empresa em questão. Sempre repito isso para meus alunos: informação nunca é demais."
Jaqueline Mascarenhas, consultora de carreira do Ibmec Minas Gerais

Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido
"O discurso mais adequado para uma entrevista é aquele em que o candidato consegue ser objetivo, responder as perguntas do entrevistador, expor seu ponto de vista quando é convidado a fazer isso e perguntar, com tato, detalhes sobre a vaga. No meio do caminho, porém, é muito comum que os candidatos façam uso de gírias e regionalismos na hora de tirar suas dúvidas. O linguajar é um detalhe importante, dependendo das expressões utilizadas, o discurso demonstra certa imaturidade do candidato. O ideal é responder as perguntas com calma, ter tempo para pensar e expor suas idéias com tranqüilidade. Este, aliás, é outro problema grave de muitos discursos. Tem candidato que fica tão nervoso na hora da entrevista que dispara a falar e quando percebe já mudou de assunto e não respondeu a pergunta do entrevistador. Isso é muito ruim, já que o ritmo da entrevista é um fator importante."
Marco Túlio Rodrigues Costa, professor de Aspectos Comportamentais ?ticos de Gestão de Pessoas da FGV-BH (Fundação Getúlio Vargas de Belo Horizonte)

Mentir sobre suas qualificações
"Mentir na entrevista é o mesmo que dar corda para se enforcar. Inventar cursos, referências e pequenos sucessos colocam o candidato numa situação vulnerável porque, caso seja contratado, terá de sustentar essa inverdade por muito tempo. E como diz o ditado: mentira tem perna curta, hora ou outra seu deslize será descoberto. Aí o prejuízo será bem maior. Uma vez que seu superior descobrir que você não tem as habilidades destacadas na entrevista, perceberá que seu perfil não atende às necessidades da empresa, e mais, que errou ao apostar em sua seleção. Ao ser contratado, o indivíduo precisa ter claro que convenceu o recrutador de possuir determinadas competências. Ao mentir, não só estará provando que não as tem como atestará sua falta de caráter ao faltar com a verdade. Isso deixará o recrutador descontente duas vezes e poderá resultar em demissão comprometendo, inclusive, futuras recomendações."
Gustavo G. Boog, diretor da Boog Consultoria

Falar mal do emprego ou do chefe anterior
"Mesmo que esteja com raiva da empresa ou do chefe antigo, jamais fale mal deles na entrevista de emprego. Essa atitude é vista com maus olhos por 99,9% dos recrutadores. Na entrevista de emprego, o recrutador não está interessado em ficar por dentro de 'pendengas' cujas pessoas e razões ele simplesmente desconhece. Seu objetivo é investigar de que maneira seu perfil profissional e suas qualificações poderão ser úteis para a empresa. Caso você vá logo partindo para o discurso de que estava infeliz no emprego anterior porque seu chefe o perseguia, além de desviar o foco da entrevista, estará levantando questões que podem levar o recrutador a repensar sua contratação. Afinal, numa situação de conflito, é preciso avaliar a parcela de culpa de ambas as partes. Além disso, falar mal da empresa ou do antigo chefe revela uma postura antiética de sua parte, pois se tratam de segredos e detalhes de um negócio do qual você não faz mais parte. Mas, atenção: isso não quer dizer que você deva mentir, e sim, contornar a situação. Uma boa saída é dizer que saiu da empresa por estar em busca de novos desafios profissionais."
Maria Bernadete Pupo, gerente de Recursos Humanos da Unifeo e professora da FAC FITO

Disputar espaço com o entrevistador
"Para disfarçar o nervosismo, tem muita gente que acaba partindo para o ataque e disputando espaço com o recrutador durante a entrevista. Para driblar a insegurança, ele acaba querendo fazer pose de sabido a fim de triunfar sobre o recrutador. Isso tudo, porém, é muito mais que previsível para quem trabalha com Recursos Humanos. Aí, das duas uma: ou você perde a vaga porque o recrutador percebe sua insegurança por meio de uma postura imatura de quem está na defensiva, ou acaba sendo eliminado pela prepotência e o excesso de arrogância que esse comportamento demonstra. Por isso, não entre numa disputa direta com o recrutador. Espere, escute e, aí sim, faça suas considerações, sempre com humildade."
Mariá Giuliese, diretora-executiva da Lens Minarelli e especialista em análise e aconselhamento de carreira

Vangloriar-se de suas conquistas pessoais
"Na hora de 'vender seu peixe' ponha o ego de lado e não em primeiro lugar. O discurso não pode estar recheado de "eu fiz"; "eu consegui"; "eu conquistei"; e "eu realizei". Quando você coloca todas as conquistas em primeira pessoa pode soar presunçoso para o entrevistador. Até porque, na maior parte das empresas, os projetos e as realizações não são fruto do trabalho individual, mas sim, de uma equipe. Na hora de destacar seus feitos, procure valorizar sua participação em um projeto de sucesso implementado por uma equipe, e a partir disso, destaque como foi sua atuação para que ele fosse bem-sucedido. Lembre-se: egocentrismo não é uma característica admirada pelos contratantes. Para não cair nessa, vale treinar na frente do espelho. Olho no olho, com segurança no discurso. Um pouco de bom humor também ajuda. Existe uma tese que diz: quando você sorri, se desarma internamente e se torna mais receptivo."
Irene Ferreira Azevedo, professora de Liderança da BBS (Brazilian Business School)

Não perguntar nada durante a entrevista
"Não é porque você está fazendo uma entrevista que sua participação na conversa deve se limitar a responder o que o entrevistador pergunta. Por timidez ou insegurança, muita gente sai com dúvida da entrevista e isso é ruim. Caso o recrutador não mencione, é sua obrigação perguntar detalhes sobre a rotina de trabalho e benefícios. Porém, isso não significa que você deve incorporar o perguntador chato. Caso a explicação sobre a vaga não tenha sido suficiente para esclarecer suas dúvidas, pergunte com bastante delicadeza novamente: 'Desculpe-me, não ficou muito claro para mim'. Agora, se mesmo assim restarem dúvidas, deixe para outra ocasião. Perguntar sobre o salário não é uma coisa ruim, desde que você não se preocupe só em saber quanto será a remuneração. Procure se informar sobre outros detalhes para não mostrar que está interessado só no dinheiro."
Cristiane Cortez, consultora de carreira do IBTA Carreiras

Demonstrar desequilíbrio emocional
"Não é segredo para ninguém que o nervosismo pode atrapalhar, e muito, nos momentos decisivos. Na entrevista de emprego não poderia ser diferente. O candidato pode até ter o perfil ideal para a vaga, mas se deixar a tensão dominá-lo no momento em que precisa deixar claro suas qualificações, sua chance pode ir por água abaixo. O desequilíbrio emocional demonstrado pela insegurança e o nervosismo pode dizer ao recrutador que você não está pronto para assumir uma grande responsabilidade. Por isso, evite cometer erros como: levar um acompanhante para esperá-lo após a entrevista, inflar seu discurso com comentários negativos ou colocar-se em uma posição de vítima frente adversidades. Se você tem um bom currículo e suas características correspondem ao perfil da vaga, não há motivo para se preocupar."
Priscila Lara, consultora de Recursos Humanos do Grupo Foco

FONTE: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2008/01/25/422759/eja-os-10-erros-fatais-em-uma-entrevista-emprego.htm

sábado, 14 de abril de 2012

Pensamento



Comecei minha pequena bola de neve muito cedo. Se tivesse iniciado 10 anos depois, estaria numa situação muito diferente, em outro lugar da colina que ocupo agora. Portanto, recomendo aos estudantes que comecem o jogo um pouco antes - não precisa ser muito antes, mas é melhor não começar depois dos outros. E os cartões de crédito, lembrem-se, realmente atrasam a partida.

(Warren Buffett)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Pensamento



"Se o dinheiro for a sua esperança de independência, você jamais a terá. A única segurança verdadeira consiste numa reserva de sabedoria, de experiência e de competência."
(Henry Ford)

Dicas de intercambio


Quem sonha em estudar no exterior, mas tem pouco dinheiro, não precisa perder as esperanças. Há muitas maneiras de economizar na viagem. Diretores de agências de intercâmbio e estudantes contam que o segredo é planejar com antecedência e obter o máximo de informações possíveis sobre o destino.

Marcelo Capucci tem 27 anos e vai passar três meses na cidade de Vitória, no Canadá, estudando inglês. Ele só embarca em abril, mas já sabe até quanto custa um Big Mac por lá.

Em fóruns na internet e mesmo no Facebook, uma rede social similar ao Orkut, o estudante encontrou brasileiros que estavam na cidade canadense. Assim, ficou mais fácil conseguir dicas sobre o preço da comida, do transporte e até das roupas.

Um material enviado pela universidade onde ele vai estudar também ajudou nesse ponto.

Colocando tudo na ponta do lápis, Capucci calculou que vai gastar cerca de R$ 1.400 (US$ 800) por mês no Canadá.

O estudante vem planejando a viagem desde 2007. Ele visitou feiras de intercâmbio para escolher a agência e o curso, e só vai agora porque o dólar canadense está com um bom preço:

- Com a crise entre 2008 e 2009, ficou quase impossível viajar. Agora, o projeto cabe no meu orçamento.

Marcia Mattos, gerente de cursos no exterior do STB (Student Travel Bureau), recomenda planejar a viagem com, pelo menos, oito ou nove meses de antecedência. Isso ajuda, por exemplo, a conseguir passagem aérea mais barata.

Destinos e épocas

As primeiras coisas a serem decididas no intercâmbio são o destino e a época do ano da viagem. São essas decisões que vão fazer a maior diferença no custo total.

Cláudia Farina, diretora da SIP (Student International Programs), conta que, atualmente, os destinos mais em conta são a Nova Zelândia (moeda local a R$ 1,24), Austrália (moeda a R$ 1,62) e o Canadá (dólar a R$ 1,73).

A Inglaterra é a mais cara, mas muita gente ainda prefere ir para lá, pela possibilidade de conhecer outros países europeus.



Fonte: Portal R7

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Dez passos para voltar ao mercado de trabalho


(por Vicky Bloch*)

A perda do emprego está entre as piores experiências da vida, como a morte de uma pessoa próxima ou a notícia de uma doença grave. Mas é possível dar a volta por cima mais rápido quando se tem ajuda. Nosso intuito aqui é compartilhar o que aprendemos e ensinamos aos nossos clientes. Por isso, elaboramos uma lista com dez passos que devem ser seguidos por quem pretende manter-se atuante no mercado.

Vale lembrar que deixar de fazer parte dos planos de uma empresa é muito mais comum hoje, mesmo para os mais competentes profissionais. Por isso, prepare-se para mostrar as suas habilidades e boa sorte!

1 – Ao receber a notícia de que está sem emprego, a primeira coisa a fazer é ir para casa e administrar suas emoções. Depois, com mais tranqüilidade, faça uma descrição de como se apresentaria a um futuro empregador, sem falar mais do que três minutos. Isso fará com que desenvolva um raciocínio lógico a respeito de sua saída e afaste a influência de suas emoções numa apresentação;

2 – Faça uma lista de todas as situações, problemas, projetos e trabalhos que você resolveu em sua vida profissional. De que forma fez isso e quais foram os resultados que a empresa obteve com suas ações. Além de fornecer um importante material para seu currículo, este exercício vai deixá-lo mais preparado para as entrevistas;

3 – Procure identificar quais foram as competências que você usou para alcançar os resultados apontados. Elas te darão uma dica sobre em quais circunstâncias você é mais bem aproveitado, ou seja, onde pode gerar mais resultado. E, assim, poderá enxergar melhor o seu perfil. Isso é útil para seu currículo, para seu desempenho nas entrevistas e para a escolha do tipo de empresa em que você gostaria de trabalhar;

4 – Só então, com todo este material, é que se deve escrever o currículo. Ele deve ser muito claro: logo no topo, após seus dados pessoais, especifique qual é o seu objetivo de trabalho. Todo o restante deve justificar esse objetivo. A forma da redação deve facilitar a leitura: dados pessoais (apenas seu nome e meio de contato); objetivo profissional; experiência profissional (nome de cada empresa em que trabalhou, período e principais atividades realizadas e resultados obtidos); formação acadêmica; cursos de especialização (só os mais importantes) e idiomas;

5 – Faça uma lista dos nomes de todas as pessoas com as quais você se relaciona, desde colegas de trabalho, chefes, até amigos de faculdade ou mesmo dos pais dos alunos da classe de seu filho. Toda pessoa que você conhece pode ter uma informação importante para o seu projeto de ter um novo trabalho. Ao lado de cada nome, anote qual será seu objetivo ao falar com aquela pessoa. Atenção: sua intenção não é pedir ao outro que resolva o seu problema, mas que lhe sinalize oportunidades, que conte para outras pessoas sobre seu projeto e/ou lhe abra novas oportunidades. Está provado que 80% das chances de recolocação estão na boa utilização da rede de contatos;

6 – Pesquise quais são as empresas de seleção para as quais você pode mandar o seu currículo. Mas não fique parado, esperando ser chamado. As entrevistas, claro, só surgem se houver uma vaga que se encaixa ao seu perfil. Não se esqueça da internet. Existem inúmeros sites de busca de candidatos;

7 – Prepare-se para as entrevistas. Peça a alguém da sua confiança – se conhecer um profissional de Recursos Humanos, melhor ainda – para exercitá-lo com perguntas que te desafiem e o deixem pronto para falar sobre você. Quando receber uma proposta de emprego e tiver dúvidas sobre algum pacote de salário e benefícios, procure se aconselhar com um profissional da área de RH;

8 – Não descuide da sua aparência pessoal. É importante manter a forma física, cabelo e barba aparados, unhas bem cuidadas e usar roupas discretas, adequadas a um processo profissional de seleção;

9 – Faça um orçamento pessoal com uma projeção para seis meses. Mas não corte gastos que podem ser fundamentais na busca por um novo trabalho, como assinatura de um jornal ou revista e a presença em eventos que permitam ampliar sua rede de relacionamentos. Se puder, evite cortar despesas que afetem suas relações familiares, como tirar o filho da escola particular, não comprar uma lembrança de aniversário de casamento para a esposa, etc. Enfim, os familiares, como os amigos, são o nosso maior suporte neste processo de transição;

10 - E, por fim, cuidado com o sonho do negócio próprio. Se quiser considerar qualquer alternativa autônoma, lembre-se de que para isso é preciso analisar seu perfil com cuidado, preparar-se, planejar e pedir ajuda a quem entende do assunto. Às vezes, investimos todo o nosso patrimônio num sonho ou em projetos de outros em busca da “liberdade” e acabamos prisioneiros de problemas. Não há milagre, nem ganho fácil nessa opção.

Lembre-se que o emprego, com carteira assinada, é cada vez mais escasso. Hoje, uma grande parte dos trabalhadores brasileiros já atua com contratos alternativos. O importante é trabalhar e receber uma remuneração justa, seja como empregado ou prestador de serviços. O segredo de se manter atraente para o mercado está em valorizar as suas competências e desenvolver novas. Sempre haverá lugar para pessoas que cuidam de suas carreiras.


*Vicky Bloch é psicóloga e presidente para o Brasil e América Latina da DBM, consultoria líder mundial em orientação de carreiras.

Dica de vídeo: O jovem e o mercado de trabalho

Reportagem da TV Cultura sobre o jovem e o mercado de trabalho. Com dicas para pessoas que começam sua vida profissional.

Os cargos com maiores salários no Brasil

Fonte: Época Negócios

Quando você pensa em um salário alto, qual valor lhe vem à cabeça? Nas grandes cidades um profissional pode ganhar mais de 80 salários-mínimos ou nada menos que R$ 50.000. Mas para isso é preciso conquistar o posto de diretor de Exploração, no Rio de Janeiro. “Com o pré-sal, esse cargo se tornou ainda mais valorizado. Quem quiser seguir carreira, precisa ter uma formação ligada a Óleo e Gás. Há muitos cursos no Rio de Janeiro nessa área”, afirma Daniel Cunha, diretor da Michael Page.

A área de infraestrutura também tem uma boa remuneração. Na segunda posição do ranking de cargos mais bem pagos do Brasil estão os cargos de Diretores de Novos Negócios e de Operações. Eles chegam a ganhar R$ 45 mil. O motivo para a valorização desse mercado está em grandes eventos e empreendimentos, como a Copa do Mundo e a privatização dos aeroportos.

O gerente Agrícola é o mais bem pago no nível gerencial, ele se equipara praticamente aos melhores salários de diretoria, com um contracheque de R$ 45 mil. “Um dos problemas da vaga de gerente Agrícola é que muitos profissionais qualificados para a vaga não falam inglês. O mercado foi constituído de empresas nacionais por muito tempo e, de repente, o Brasil virou assunto do momento, daí a carência do idioma”, afirma Cunha. Ele também dá destaque ao gerente Jurídico. “Há uma demanda muito grande no Rio, com a Copa do Mundo. Muitas empresas ainda não conhecem a dinâmica jurídica brasileira”.

Apesar de um profissional do interior de São Paulo chegar a ganhar cinco vezes menos do que alguém que mora na capital, Cunha avalia que a região está mais valorizada. “Há 10 anos, o PIB nacional estava muito focado no eixo Rio-São Paulo. Uma pessoa que quisesse morar em Curitiba ou no interior de São Paulo optava por isso pela qualidade de vida, o que trazia uma lentidão no desenvolvimento da carreira. Hoje isso não é mais verdade. Há excelentes projetos fora desse eixo”.

O estudo analisou sete regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Porto Alegre e Interior de São Paulo. Segundo Cunha, essas são as regiões com maior potencial no mercado brasileiro, onde há maior infraestrutura para receber uma multinacional, mão-de-obra qualificada, boas universidades e maior desenvolvimento econômico.

O tempo médio para encontrar profissionais com salários altos é de três meses. “Estamos olhando o mercado o tempo todo. Por meio de headhunters, por exemplo, observamos os gerentes que têm potencial para se tornarem diretores”, conta Cunha. Para o profissional, o tempo de recolocação é maior, de quatro a seis meses (já foi de nove meses).

Se você pretende ganhar ao menos R$ 10 mil, vale a pena conferir a lista abaixo, feita pela Michael Page, com exclusividade para Época NEGÓCIOS.

São Paulo - No ranking geral, a cidade reúne mais cargos com salários altos. Dos 24 maiores salários, oito estão em São Paulo. Mas ela ainda perde para o Rio de Janeiro no posto de cargo mais alto do Brasil. Comparado com o interior, os paulistanos chegam a ganhar até cinco vezes mais.

Por que falar outro idioma?



A IMPORTÂNCIA DE UM SEGUNDO IDIOMA

Em um mercado cada vez mais competitivo e globalizado, dominar um segundo idioma deixou de ser um diferencial para se transformar em uma condição de sobrevivência. O executivo moderno deve ter plena consciência de que precisa investir no seu aprimoramento tanto profissional quanto pessoal e compreender que a responsabilidade deste crescimento é de cada um. A qualidade do seu futuro depende da qualidade das sementes que plantar todos os dias da sua vida.
Se o executivo não se reciclar profissionalmente, com certeza, será superado por jovens talentos, que estão surgindo bem mais flexíveis a mudanças. Hoje, é imprescindível saber se comunicar em outro idioma. Não saber falar inglês, por exemplo, impossibilita qualquer crescimento profissional. Parece cruel, mas é a pura realidade. Contudo, um idioma não se aprende da noite para o dia. Exige programação e disciplina. Para um candidato a emprego realmente se destacar é preciso dominar, no mínimo, dois idiomas. Isso quer dizer que é preciso saber gerenciar a própria carreira, o que significa, muitas vezes, fazer algumas opções.
Todo executivo deve ter em mente que possuir a fluência na língua inglesa é tão importante que se tornou um pré-requisito à ascensão profissional e, com certeza, o maior beneficiado é o próprio profissional. Isso não é mais uma exigência das empresas, mas sim do mercado de trabalho...
E por conhecerem a fundo esta dificuldade por parte dos executivos, muitas empresas já contam com um convênio com escolas de idiomas, pois sabem que seus funcionários às vezes não têm fluência em inglês mas suas qualificações são excelentes e seu perfil corresponde às expectativas da companhia.
As empresas que estão procurando uma escola de idiomas para realizarem convênio devem prestar atenção em alguns pontos. Deve ser um estabelecimento que tem credibilidade no mercado, que passe confiança de que os objetivos propostos quanto ao aprendizado do funcionário sejam alcançados, que ofereça um contato direto e fácil entre os coordenadores da escola e a empresa a fim de avaliarem o andamento do aprendizado e que disponibilize relatórios freqüentes e completos para que a companhia acompanhe o desenvolvimento do funcionário. Outros fatores importantes a serem considerados são o número de alunos por turma. Crianças e adolescentes podem ter ótimos resultados em turmas de 12 ou até mesmo 14 alunos, mas para os adultos, este número não deve ser superior a dez.
As empresas também devem observar o tipo de suporte que as escolas oferecem, tanto humano como técnico, como biblioteca, central de estudo, professores de plantão para esclarecerem dúvidas, possibilidade de reposição de aulas, laboratório e atividades extra-classe para prática do idioma, entre outros.
Para os executivos que trabalham em empresas que mantêm convênio com escola de idiomas, é fundamental aproveitar ao máximo este benefício, pois ele cresce profissionalmente no mercado e a empresa conta com um executivo de nível desejado, além de ver um retorno certo do investimento feito em seus funcionários.
Ao estabelecerem um convênio com uma escola conceituada, as empresas têm a garantia de que os acordos realizados no fechamento do contrato serão cumpridos. Além disso, por meio do envio sistemático de relatórios, as companhias poderão acompanhar, avaliar e monitorar a evolução de seus funcionários. As companhias ainda podem contar com uma prestação de serviço de assessoria, que realiza um teste de diagnóstico aplicado tanto nos funcionários indicados para serem novos alunos da escola como em toda a organização. Juntamente com o resultado do teste, é encaminhada uma planilha que especifica o nível do candidato naquele momento, o estágio ao qual ele seria encaminhado e o tempo que ele precisaria para chegar à meta estipulada pela companhia. Assim, a organização conveniada pode, com antecedência, avaliar o tempo e o investimento necessários para que o profissional atinja o nível desejado, além de ter uma visão bastante objetiva do nível de conhecimentos do idioma na empresa como um todo.
Os cursos regulares têm o objetivo de permitir que o aluno se comunique rapidamente de forma adequada em situações rotineiras de interação. Isso certamente facilita os contatos internacionais e amplia os horizontes de qualquer pessoa, mas é particularmente importante na vida de um profissional. A partir do nível intermediário, os alunos passam a trabalhar com estruturas mais complexas e vocabulário mais amplo e sofisticado, que permite falar inglês de forma a impressionar positivamente seus interlocutores.
O ideal para um executivo é ter aulas fora da companhia porque ele consegue sair um pouco do ambiente de trabalho, se descontrai e fica com a mente mais aberta para o aprendizado. No grupo da sala de aula, todos são iguais e os resultados aparecem mais rapidamente.
Já para as empresas que têm necessidade específicas de inglês voltado para negócios, algumas escolas oferecem cursos especiais focados em business e ministrados in company. Por terem esta característica de negócios, são estruturados para funcionar bem em grupos dentro das próprias empresas, pois são elaborados pelas escolas especificamente para atenderem as exigências de momento das companhias.
Aprender um idioma não deve ser uma tarefa penosa. É claro que nem sempre é confortável para um profissional adulto, às vezes com cargo de chefia, viver novamente uma situação de aprendiz, entretanto, boas escolas estão conscientes disso e oferecem cursos de qualidade, utilizando uma metodologia adequada, com aulas dinâmicas e ambiente agradável. O aluno adulto é exigente, consciente de suas necessidades e, mais do que ninguém, sabe o quanto custa, em todos os sentidos, o tempo que dedica ao aprendizado, por isso é importante escolher bem a escola, pois deve haver respeito e comprometimento mútuo com o sucesso.


* Walter Toledo Silva é professor e presidente-fundador do Grupo CEL-LEP.
E-mail: ssimon@acpcomunicacao.com.br



Fonte: A IMPORTÂNCIA DE UM SEGUNDO IDIOMA – Artigo - Jornal Carreira e Sucesso